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  • Júlio Zacarchenco

Reverenciando Kardec



Antes de Kardec, embora não nos faltasse a crença em Jesus, vivíamos na Terra atribulados por flagelos da mente, quais os que expomos:


o combate recíproco e incessante entre os discípulos do Evangelho;


o cárcere das interpretações literais;


o espírito de seita;


a intransigência delituosa;


a obsessão sem remédio;


o anátema nas áreas da filosofia e da ciência;


o cativeiro aos rituais;


a dependência quase absoluta dos templos de pedra para as tarefas da edificação íntima;


a preocupação de hegemonia religiosa;


a tirania do medo ante as sombrias perspectivas do além-túmulo;


o pavor da morte por suposto fim da vida.


Depois de Kardec, porém, com a fé raciocinada nos ensinamentos de Jesus, o mundo encontra no Espiritismo Evangélico benefícios incalculáveis, como sejam:


a libertação das consciências;


a luz para o caminho espiritual;


a dignificação do serviço ao próximo;


o discernimento;


o livre acesso ao estudo da lei de causa e efeito com a reencarnação explicando as origens do sofrimento e as desigualdades sociais;


o esclarecimento da mediunidade e a cura dos processos obsessivos;


a certeza da vida após a morte;


o intercâmbio com os entes queridos domiciliados no Além;


a seara da esperança;


o clima da verdadeira compreensão humana;


o lar da fraternidade entre todas as criaturas;


a escola do Conhecimento Superior, desvendando as trilhas da evolução e a multiplicidade das “moradas” nos domínios do Universo.


Jesus – o amor.


Kardec – o raciocínio.


Jesus – o Mestre.


Kardec – o Apóstolo.


(EMMANUEL, in “Doutrina de Luz”, p.37-39, 4ª. ed., editora GEEM)

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